Sinopse: Metrópolis, ano 2026. Os oderosos ficam na superfície, onde há o jardim dos prazeres, destinados aos filhos dos mestres. Os operários em regime de escravidão, trabalham bem abaixo da superfície, na cidade dos trabalhadores. Está poderosa cidade é governada por Joh Fredersen (Alfred Abel), um insensível capitalista cujo, único filho, Freder (Gustav Frohlich), leva uma vida idílica, desfrutando dos maravilhosos jardins. Mas um dia Freder conhece Maria (Brigitte Helm), a líder espiritual dos poerários, que cuida dos filhos dos escravos. Ele conversa com seu pai sobre o contraste social existente, mas recebe como resposta que é assim que as coisas devem ser. Quando Josafá (Theodor Loos) é demitido por Joh, por não ter mostrado plantas que estavam no poder dos operários, Freder pede sua ajuda. Paralelamente Rotwang (Rodolf Klein-Rogge), inventor louco que está a serviço de Joh, diz ao seu patrão que seu trabalho esta concluído, pois criou um robô à imagem do homem. Ele diz que agora não haverá necessidade de trabalhadores humanos, sendo que em breve terá um robô que ninguém conseguirá diferenciar de um ser vivo. Além disto decifra as plantas, que são de antigas catacumbas que ficam na parte mais profunda da cidade. Curioso em saber o que interessa tanto aos operários, Joh e Rotwang decidem espioná-los usando uma passagem secreta. Ao assistirem uma reunião, onde Maria prega aos operários lhe implorando que rejeitem o uso de violência para melhorar o destino e pensar em termos de amor, dizendo ainda que o salvador algum dia virá na forma de um mediador. Mas mesmo esse menor ato de desafio para Joh, que ouviu a fala na companhia de Rotwang. Assim, Joh ordena que o robô tenha a aparência de Maria e diz para Rotwang escondê-la em sua casa, para que o robô se infiltre entre os operários para semear a discórdia entre eles e destruir a confiança que sentem por Maria. Mas Joh não poderia imaginar outra coisa: Freder está apaixonado por Maria.
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